Daniel Vorcaro negou, em depoimento à Polícia Federal, ter ordenado atos de violência envolvendo “A Turma”. O dono do Banco Master classificou como “desabafo” conversas sobre atacar desafetos e afirmou que não houve vítimas.
Segundo a PF, o grupo atuava na vigilância, coleta de informações e intimidação de pessoas que contrariavam interesses do banco. Os integrantes recebiam cerca de R$ 400 mil mensais, conforme a investigação.
A defesa afirmou que Vorcaro nunca praticou ou determinou ameaças e intimidações. Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, também prestou depoimento nesta quarta-feira (30); ambos estão presos e foram ouvidos por videoconferência.