O tenente-coronel Mauro Cid deve pedir prorrogação para continuar na casa funcional do Exército em Brasília, após ser transferido para a reserva antecipadamente no início de março.
O prazo atual para desocupação vai até junho, mas a defesa argumenta que ainda há decisão pendente no STF que pode impactar sua situação jurídica e justificar a permanência.
Cid foi condenado por envolvimento na trama golpista, teve pena reduzida por delação e manteve benefícios da carreira, recebendo salário próximo ao da ativa.