O deputado Nikolas Ferreira (PL) rompeu publicamente com o núcleo mais ideológico do bolsonarismo, incluindo Eduardo Bolsonaro, Allan dos Santos, Kim Paim, Paulo Figueiredo e Jair Renan Bolsonaro. Ao tentar encontrar uma posição de equilíbrio, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi criticado por aliados do grupo.
O episódio é visto como demonstração de uma reconfiguração interna com a ascensão de Nikolas como liderança com base própria. As tensões foram evidenciadas também em disputas regionais, como o embate entre Carlos Bolsonaro e Carol De Toni pela vaga ao Senado de Santa Catarina.
Dados de monitoramento de grupos públicos de WhatsApp pela Palver indicam que Flávio tem cerca de 50% de aprovação e 50%. Já Nikolas aparece com mais de 68% de rejeição, majoritariamente entre eleitores da própria direita, por impulsionar vozes contrárias dentro do grupo. Informa a Folha de São Paulo.