O indicado ao STF, Jorge Messias, chega à sabatina no Senado sem apoio consolidado da bancada evangélica. Parte significativa do grupo, alinhada à direita, já sinalizou voto contrário ao nome de Lula.
O placar é considerado apertado e depende de um gesto do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Senadores avaliam que sua posição pode ser decisiva para garantir os 41 votos necessários.
Apesar da resistência, o governo intensifica articulações e conta com apoio político e religioso. A votação é tratada como incerta, com risco de derrota ainda no radar.