Os Correios tiveram prejuízo prévio de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo balancete interno. O valor é o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.
O resultado foi pressionado pelo aumento das despesas, especialmente financeiras e provisões judiciais. As receitas permaneceram praticamente estáveis, sem compensar a alta dos custos.
A estatal enfrenta queda nas receitas de encomendas internacionais e sequência de resultados negativos. Ao mesmo tempo, tenta ampliar ganhos em áreas como logística e serviços.