O deputado João Carlos Bacelar (PL-BA) firmou um acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), validado pelo STF, para devolver R$ 1,4 milhão após investigação sobre contratação de funcionárias fantasmas.
Segundo a acusação, duas mulheres nomeadas como secretárias parlamentares exerciam atividades particulares, incluindo trabalho doméstico e funções em empresa da família do parlamentar.
Pelo acordo, Bacelar admite o crime e evita julgamento, comprometendo-se a ressarcir valores, pagar multas e prestar serviços comunitários; após o cumprimento das medidas, o caso será arquivado.