O diretor do Banco Master André Kruschewsky, primo do advogado Eugênio Kruschewsky, foi apontado pela Polícia Federal como um dos integrantes da estrutura do banco envolvidos na articulação da chamada “emenda do Master”, apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI).
As investigações apontam que André encaminhou ao banqueiro Daniel Vorcaro o texto da proposta que ampliava a cobertura do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante. O documento foi elaborado pela assessoria do banco e entregue ao senador em envelope destinado a “Ciro”.
André Kruschewsky também é citado nos autos como ex-diretor jurídico do Banco Master e responsável pela contratação do advogado Eugênio Kruschewsky, sócio do escritório Gabino Kruschewsky Advogados, que, segundo a PF, recebeu aproximadamente R$ 54 milhões do banco.