O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu manter as prisões preventivas dos condenados por planejarem o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018.
Segundo Moraes, não houve fatos novos que justificassem a revogação das prisões após a condenação dos envolvidos por crimes como homicídio, organização criminosa e corrupção passiva.
Os condenados ainda aguardam julgamento de recursos e, por isso, não cumprem pena definitiva. Apenas Francisco Brazão está em prisão domiciliar devido ao estado de saúde.