Integrantes da cúpula do PSB avaliam que o partido não deve apoiar um candidato do PT à Presidência da República após a saída de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do cenário eleitoral. O movimento reflete o incômodo com o que classificam como “fogo amigo”.
Segundo membros ouvidos pelo Estadão, o apoio a Lula continua sendo considerado estratégico por seu potencial de enfrentar candidaturas da direita, mas a legenda pretende buscar protagonismo próprio a partir das eleições de 2030.
Um dos principais focos de insatisfação envolve o ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), que retirou sua candidatura ao governo de SP para apoiar Fernando Haddad (PT) em uma articulação conduzida por Lula.