A PF e a PGR descartaram suspeitas contra autoridades com foro privilegiado em parte das investigações sobre venda de decisões no STJ. Mesmo assim, o caso permanece no STF por causa de apurações paralelas que ainda podem envolver autoridades.
A primeira denúncia da Operação Sisamnes foi apresentada contra nove pessoas, entre elas um lobista, um ex-chefe de gabinete e um ex-servidor do STJ. A PGR afirmou que não encontrou indícios de participação das ministras Nancy Andrighi e Isabel Gallotti.
Parte dos inquéritos foi enviada para outras instâncias, enquanto o núcleo principal segue sob relatoria de Cristiano Zanin. As investigações continuam para apurar possíveis conexões com autoridades que possuem foro especial.