anos do contrato de operação do Aterro Metropolitano Centro (AMC), sem a abertura de uma nova licitação, “seguiu a legislação”. A manifestação ocorre após a Justiça da Bahia suspender os efeitos financeiros do aditivo contratual, questionado em ação que aponta irregularidades ambientais e prejuízo milionário aos cofres públicos.
De acordo com nota enviada, a prorrogação do polêmico contrato foi precedida por análises conduzidas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que teriam concluído pela “vantajosidade da prorrogação contratual para o interesse público”, com foco na gestão dos resíduos sólidos.
A administração municipal informou ainda que respeita a decisão judicial e que adotará “recursos para defender a regularidade do aditivo contratual”.